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Eduardo debate agenda para o desenvolvimento do Brasil no 13º Fórum de Comandatuba

08 OUT 2013
08 de Outubro de 2013
O presidente Nacional do PSB e pré-candidato do partido à Presidência da República, Eduardo Campos, fez duras críticas à condução da economia e da educação pelo governo da Presidente Dilma Rousseff, durante o Seminário LIDE do 13º Fórum de Comandatuba, realizado sexta-feira (02) na Bahia. O evento, promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (LIDE), foi aberto pelo governador do estado, Jacques Wagner, do PT.

Realizado anualmente para tratar de política econômica, gestão empresarial e responsabilidade social que impactam o cenário nacional, o Fórum reuniu 320 empresários nessa edição de 2014, além de autoridades políticas, que discutiram o tema “Uma agenda para o desenvolvimento do Brasil”.

Segundo Eduardo, o Brasil enfrenta atualmente uma espécie de apartheid na educação. “O governo coloca bilhões nas distribuidoras em energia, mas apenas R$ 12 bilhões no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb)”, comparou. “No nosso entender, esta deve ser a primeira reforma a ser colocada em prática no país”.

Na economia, Eduardo Campos destacou os juros altos, a crise de confiança no País que já afugenta os investidores, o retorno da alta da inflação e o baixo crescimento. "Sem controle da inflação não será possível atingir nenhuma meta", afirmou, alertando que o Brasil não pode ficar condenado a uma inflação maior que o dobro de países como o Chile. "Estamos num cenário econômico que não é dos melhores", avaliou.

O socialista também voltou a defender a autonomia do Banco Central e a redução da presença do Estado no PIB, além de uma correção de agenda para consertar desequilíbrios. "Temos de construir um arcabouço confiável, para fazer desta crise uma oportunidade", apontou ele aos empresários da LIDE, defendendo ainda um aumento da sinergia entre as políticas monetária e fiscal e a necessidade de uma reforma tributária fatiada.
 

Pré-candidato - Em sua apresentação, Eduardo Campos disse ainda que “é necessário corrigir os desequilíbrios e construir um arcabouço confiável, que nos remeta a um salto econômico político e social na vida brasileira”. Segundo ele, o Brasil precisa entender como aproveitar a crise mundial para promover um novo ciclo de crescimento e expansão.

O pré-candidato lembrou seu compromisso com o tripé macroeconômico e com a contenção inflacionária, que não pode ser o dobro do Chile ou da Colômbia; assim como o apoio à autonomia do Banco Central e o trabalho para mudar a governança das agências reguladoras e de tornar cada vez mais transparentes as contas públicas.

Reforma tributária

“De projetos de reforma tributária o planalto está cheio. Assumo o compromisso de que a carga tributária não vai subir e que ela vai entrar em uma rampa descendente para chegar a 32%. Também devemos ter a consciência de que vamos fazer essa reforma de maneira fatiada e em oito anos entregar ao Brasil um sistema tributário eficiente”, defendeu Campos quando perguntado se faria a reforma tributária no primeiro ano de mandato.

Sobre a saúde, o pré-candidato do PSB disse que sonha com um Sistema Único de Saúde que possa cobrir desde um atendimento simples a um transplante e também com um planejamento para cuidar da média complexidade e da prevenção.

Quando perguntado sobre as três ações que promoveu para mudar o estado que governou, Campos destacou a criação do maior sistema de educação em tempo integral, sete anos ininterruptos de queda na violência e a promoção do desenvolvimento econômico do estado.

SOBRE O LIDE -Fundado em junho de 2003, o LIDE - Grupo de Líderes Empresariais é uma organização de caráter privado, que reúne empresários em nove países e quatro continentes. Atualmente tem 1.600 empresas filiadas (com as unidades nacionais e internacionais), que representam 52% do PIB privado brasileiro. O objetivo do Grupo é difundir e fortalecer os princípios éticos de governança corporativa no Brasil e no exterior, promover e incentivar as relações empresariais e sensibilizar o apoio privado para educação, sustentabilidade e programas comunitários. Para isso, são realizados inúmeros eventos ao longo do ano, promovendo a integração entre empresas, organizações, entidades privadas e representantes do poder público, por meio de debates, seminários e fóruns de negócios.
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